Meus caros, amanhã sai o pelotão de ciclistas peregrinos de Franca à Aparecida.
Há em todos os participantes certamente agora uma grande expectativa. Sempre há alguém (como eu) que não vai dormir cedo, porque não consegue.
Também é preciso comentar que a reunião de domingo com todo o grupo foi muito importante para que o reencontro dos veteranos de Caminho, para receber os novos participantes (como eu), para integrar as famílias, para esclarecer o caráter do grupo, o papel de todos, a necessidade de liderança (assumida pelo Gustavo).
Hoje, foi dia de colocar a casa em dia, saldar os compromissos, dar a devida despedida aos que ficam (e prometer levar sua fé, rezando por eles).
Hoje à noite foi também hora de revisar a bagagem, tentar se desfazer de mais coisas. Porque quanto mais leve, melhor. Sem dúvida.
Amanhã, o ponto de encontro foi marcado às 6h, em frente ao Ecoville (próx. a AABB). Após o encontro, os últimos lembretes e a entrevista para a EPTV, seguiremos rumo a Itirapuã, São Tomás de Aquino, Guardinha até Itamogi, onde faremos nosso primeiro pouso.
Espera-se um relevo leve até lá, para compensar a distância desta primeira etapa (cerca de 100km)
Até!
Ultreya!!!
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terça-feira, 22 de julho de 2008
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Do clima
A dificuldade da viagem de bicicleta é determinada por elementos importantes como o tipo de terreno, a distância, a variação de altitude, o clima e até a direção e velocidade do vento.
Embora a chuva possa incomodar um pouco o ciclista, ela não é seu maior inimigo. O vilão no. 1 do bicicletero é o vento. Correntes de ar, constantes ou casuais, no sentido contrário à pedalada diminuem muito o rendimento de qualquer passeio/corrida. Muitas vezes inevitável, este é um elemento a ser considerado na escolha do percurso, já que certas regiões são famosas pelo tipo de corrente de ar que atrapalha a prática de algumas atividades físicas (como pedalar, p. ex.).
A escolha dos pneus também é uma questão importante. Dependendo das condições a serem encontradas, o tipo de pneus pode melhorar ou retardar a velocidade da bike em condições corretas de uso. Se as condições do tempo permanecerem como estão (céu claro, tempo aberto sem nuvens e sem chuva), haverá muita poeira mas não teremos lama, o que certamente seria ruim para a viagem.
Bom, o uso de pneus semi-slick será uma boa escolha; contudo, com mudanças no clima previstas para domingo, é prudente esperar. Uma nova massa polar, vinda da Antártida, está entre a fronteira Brasil-Uruguai e pode chegar aqui na região sudeste no domingo.
Além disso, a quantidade de equipamentos a ser levada dependerá das condições encontradas. Se houver chuva, precisaremos de vestuário adequado, além de equipamento para cuidar das bikes durante as paradas e fim do dia, quando realizamos nosso descanso e preparação para o dia seguinte.
Mas aumentar a carga de equipamento pode custar caro num percurso desse tipo. Freqüentemente, ciclistas que percorrem estes trechos reclamam do excedente de equipamento (não utilizado ou desnecessário) durante pontos-chave do percurso (como entre Luminosa e Campos do Jordão).
Por isso, vou ficar com os olhos atentos ao céu e à previsão do tempo.
Sites de previsão do tempo:
Cepagri - Unicamp
Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Inpe
Weather Channel do Brasil
Embora a chuva possa incomodar um pouco o ciclista, ela não é seu maior inimigo. O vilão no. 1 do bicicletero é o vento. Correntes de ar, constantes ou casuais, no sentido contrário à pedalada diminuem muito o rendimento de qualquer passeio/corrida. Muitas vezes inevitável, este é um elemento a ser considerado na escolha do percurso, já que certas regiões são famosas pelo tipo de corrente de ar que atrapalha a prática de algumas atividades físicas (como pedalar, p. ex.).
A escolha dos pneus também é uma questão importante. Dependendo das condições a serem encontradas, o tipo de pneus pode melhorar ou retardar a velocidade da bike em condições corretas de uso. Se as condições do tempo permanecerem como estão (céu claro, tempo aberto sem nuvens e sem chuva), haverá muita poeira mas não teremos lama, o que certamente seria ruim para a viagem.
Bom, o uso de pneus semi-slick será uma boa escolha; contudo, com mudanças no clima previstas para domingo, é prudente esperar. Uma nova massa polar, vinda da Antártida, está entre a fronteira Brasil-Uruguai e pode chegar aqui na região sudeste no domingo.
Além disso, a quantidade de equipamentos a ser levada dependerá das condições encontradas. Se houver chuva, precisaremos de vestuário adequado, além de equipamento para cuidar das bikes durante as paradas e fim do dia, quando realizamos nosso descanso e preparação para o dia seguinte.
Mas aumentar a carga de equipamento pode custar caro num percurso desse tipo. Freqüentemente, ciclistas que percorrem estes trechos reclamam do excedente de equipamento (não utilizado ou desnecessário) durante pontos-chave do percurso (como entre Luminosa e Campos do Jordão).
Por isso, vou ficar com os olhos atentos ao céu e à previsão do tempo.
Sites de previsão do tempo:
Cepagri - Unicamp
Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Inpe
Weather Channel do Brasil
Caminho da Fé 2007
Porque esta história da viagem não começou agora! A turma já se aventurou antes.
Eis a turma do ano passado que percorreu o Caminho da Fé, saindo de Águas da Prata:

Da esquerda para a direita:
1a. fila > Marcio, Luis Tristão, Chuchu, João, Gustavo, Ademir, Guilherme,
Fabiano, Paulinho e Raul;
2a. fila > Lucinha, Orlando e Ricardo.
Local: Ponte de Pedra - Municipio de Água da Prata subindo para o Pico do
Gavião.
E eis aqui a foto da chegada, dias depois:

Fotos e informações do Ricardo Borges, da World Bike - Franca.
Obrigado, Ricardo!
Eis a turma do ano passado que percorreu o Caminho da Fé, saindo de Águas da Prata:
Da esquerda para a direita:
1a. fila > Marcio, Luis Tristão, Chuchu, João, Gustavo, Ademir, Guilherme,
Fabiano, Paulinho e Raul;
2a. fila > Lucinha, Orlando e Ricardo.
Local: Ponte de Pedra - Municipio de Água da Prata subindo para o Pico do
Gavião.
E eis aqui a foto da chegada, dias depois:
Fotos e informações do Ricardo Borges, da World Bike - Franca.
Obrigado, Ricardo!
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Mapa atualizado do Caminho da Fé
Como havia mencionado antes, segue aqui uma versão atualizada do Caminho da Fé, no qual estão presentes os três ramos de início:Ramo Norte > Mococa - S. J. do Rio Pardo - São Sebastião da Grama - São Roque da Fartura - Águas da Prata;
Ramo Oeste > Descalvado - Porto Ferrreira - Sta. Rita do Passa Quatro - Tambaú - Casa Branca - Vargem Grande do Sul - São Roque da Fartura - Águas da Prata;
Ramo São João da Boa Vista > segue diretamente para Águas da Prata (não está presente no mapa)
E um novo ramo começa a ser delimitado, com a inclusão das cidades de São Simão e Cravinhos.
A informação sobre a inclusão de novas cidades e o mapa atualizado estão no site do Caminho da Fé.
O elaborador do mapa é o Antônio Olinto, cicloturista de longo percurso, com uma cicloviagem ao redor do mundo nas costas, além de outras aventuras. É de sua autoria o novo Guia Caminho da Fé para Ciclistas e Caminhantes. Para ver seu site (ilustrados com fotos, relatos e videos das viagens que ele realizou) ou adquirir seus livros, clique aqui.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
A bike e um treino
Escolher bicicleta para fazer uma viagem extensa é fundamental. Fatores como o tamanho do quadro, qualidade das peças, tipo de transmissão, uso (ou não) de suspensão, entre outros, são determinados pelo tipo de terreno que se encontrará durante o trajeto.
No Brasil, como temos grande parte de nossas estradas asfaltadas em condições variáveis (a depender da região) e uma imensa rede de vias rurais, o uso de mountain bikes é um consenso geral entre os profissionais e os cicloturistas mais experientes.
O terreno determinará a escolha, por exemplo, do tipo de bicicleta, uso de suspensão (ou não), e tipo de pneus. Normalmente, nós escolhemos a bike pela questão do preço e não pela qualidade do material utilizado em sua confecção ou tipo de quadro ideal para a viagem. Como o Caminho é estabelecido essencialmente em trilhas e estradas de terra batida, vale a pena considerar qual será o tipo de bike mais apropriado.
No Brasil, utilizamos preferencialmente as mountain bikes, por serem adaptáveis a qualquer tipo de terreno/uso, e porque a maioria das estradas sem dúvida não tem tanta qualidade (incluem-se as asfaltadas). Portanto, isto explicaria o motivo pelo qual as touring bikes (ou também chamadas de híbridas), famosas na Europa pelo seu uso cicloturístico e urbano, não têm vez por aqui.
O conhecimento prévio da variação altimétrica durante a viagem também ajuda muito: no Caminho, haverá variação de cerca de 950m em trechos curtos (o que implica terrenos com forte inclinação). Uma bike com sistema de marchas é ótimo nestes casos, sendo inclusive sugerida por alguns atletas e especialistas como fundamental para estes tipos de percurso.
Não concordo inteiramente com o termo fundamental, pois há casos e situações extremos em que bicicletas sem marchas foram utilizadas como veículo de transporte e de informações (P. ex.: durante a Guerra do Vietnã, os vietcongs e o exército comunista de Ho Chi Ming utilizava bicicletas cargueiras para atravessar o país através das montanhas à leste do país; na África, durante a Guerra dos Boeres, os escoteiros, criados pelo oficial inglês Baden Powell, utilizaram bicicletas para levar mensagens entre postos de combate e como batedores; o exército suíço utilizou durante muito tempo bicicletas para locomoção de regimentos inteiros no fim do séc. XIX e voltou a utilizar no séc. XX, até 2001. Estes são alguns exemplos).
Achei que minha bike anterior (uma Caloi Mountain Bike 1989 - 18 marchas, convertida para 21), que sempre me serviu muito bem, não iria ser suficientemente adequada nesta empreitada. Por isso, pedi dicas de pessoas mais experientes (como atletas, técnicos de lojas especializadas e cicloturistas-viajantes de longa data), que me recomendaram priorizar o conforto de uma bike mais adequada ao meu tipo físico.
Como tenho 1,96m, já viu, né! Então, para a escolha da nova bike, priorizei o tamanho da bike, uma relação de marchas moderna e maior, além de considerar a relação custo-benefício. A bike que escolhi está superando expectativas.
Bom, já comecei a treinar com a danada. Logo, mando impressões que tive com a bike.
Amanhã, vou até Campinas a Jaguariúna de manhã por terra e volto pelo asfalto, para aumentar o tempo pedalando e avaliar minha resistência, seguindo a planilha de trilhas de Joaquim Egídio (feita pelo Alessandro Casella. Depois, comento como foi.
No Brasil, como temos grande parte de nossas estradas asfaltadas em condições variáveis (a depender da região) e uma imensa rede de vias rurais, o uso de mountain bikes é um consenso geral entre os profissionais e os cicloturistas mais experientes.
O terreno determinará a escolha, por exemplo, do tipo de bicicleta, uso de suspensão (ou não), e tipo de pneus. Normalmente, nós escolhemos a bike pela questão do preço e não pela qualidade do material utilizado em sua confecção ou tipo de quadro ideal para a viagem. Como o Caminho é estabelecido essencialmente em trilhas e estradas de terra batida, vale a pena considerar qual será o tipo de bike mais apropriado.
No Brasil, utilizamos preferencialmente as mountain bikes, por serem adaptáveis a qualquer tipo de terreno/uso, e porque a maioria das estradas sem dúvida não tem tanta qualidade (incluem-se as asfaltadas). Portanto, isto explicaria o motivo pelo qual as touring bikes (ou também chamadas de híbridas), famosas na Europa pelo seu uso cicloturístico e urbano, não têm vez por aqui.
O conhecimento prévio da variação altimétrica durante a viagem também ajuda muito: no Caminho, haverá variação de cerca de 950m em trechos curtos (o que implica terrenos com forte inclinação). Uma bike com sistema de marchas é ótimo nestes casos, sendo inclusive sugerida por alguns atletas e especialistas como fundamental para estes tipos de percurso.
Não concordo inteiramente com o termo fundamental, pois há casos e situações extremos em que bicicletas sem marchas foram utilizadas como veículo de transporte e de informações (P. ex.: durante a Guerra do Vietnã, os vietcongs e o exército comunista de Ho Chi Ming utilizava bicicletas cargueiras para atravessar o país através das montanhas à leste do país; na África, durante a Guerra dos Boeres, os escoteiros, criados pelo oficial inglês Baden Powell, utilizaram bicicletas para levar mensagens entre postos de combate e como batedores; o exército suíço utilizou durante muito tempo bicicletas para locomoção de regimentos inteiros no fim do séc. XIX e voltou a utilizar no séc. XX, até 2001. Estes são alguns exemplos).
Achei que minha bike anterior (uma Caloi Mountain Bike 1989 - 18 marchas, convertida para 21), que sempre me serviu muito bem, não iria ser suficientemente adequada nesta empreitada. Por isso, pedi dicas de pessoas mais experientes (como atletas, técnicos de lojas especializadas e cicloturistas-viajantes de longa data), que me recomendaram priorizar o conforto de uma bike mais adequada ao meu tipo físico.
Como tenho 1,96m, já viu, né! Então, para a escolha da nova bike, priorizei o tamanho da bike, uma relação de marchas moderna e maior, além de considerar a relação custo-benefício. A bike que escolhi está superando expectativas.
Bom, já comecei a treinar com a danada. Logo, mando impressões que tive com a bike.
Amanhã, vou até Campinas a Jaguariúna de manhã por terra e volto pelo asfalto, para aumentar o tempo pedalando e avaliar minha resistência, seguindo a planilha de trilhas de Joaquim Egídio (feita pelo Alessandro Casella. Depois, comento como foi.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
A credencial do peregrino
As pessoas são livres para percorrer o Caminho com total liberdade. O percurso pode ser feito em etapas ou de uma única vez, pois estes são fatores que dependem do tempo disponível para a realização desta empreitada.
Contudo, possuir a Credencial do Peregrino é muito importante para que o usuário possa usufruir melhor a infra-estrutura montada. Segue aí um modelo:

Ao fim de cada trecho percorrido, o peregrino pode carimbar sua credencial nas pousadas, hotéis, igrejas, postos de atendimento ao turista e outros órgãos filiados ao Caminho da Fé.
A receptividade das comunidades por onde passa o Caminho para com os peregrinos já é diferenciada, aliada à boa hospitalidade característica do mineiros, como o Caminho passa em longos trechos em Minas.grejas, postos de atendimento ao turista e outros órgãos filiados ao Caminho da Fé.
A receptividade das comunidades por onde passa o Caminho para com os peregrinos já é diferenciada, aliada à boa hospitalidade característica do mineiros, como o Caminho passa em longos trechos em Minas.
Contudo, possuir a Credencial do Peregrino é muito importante para que o usuário possa usufruir melhor a infra-estrutura montada. Segue aí um modelo:

Ao fim de cada trecho percorrido, o peregrino pode carimbar sua credencial nas pousadas, hotéis, igrejas, postos de atendimento ao turista e outros órgãos filiados ao Caminho da Fé.
A receptividade das comunidades por onde passa o Caminho para com os peregrinos já é diferenciada, aliada à boa hospitalidade característica do mineiros, como o Caminho passa em longos trechos em Minas.grejas, postos de atendimento ao turista e outros órgãos filiados ao Caminho da Fé.
A receptividade das comunidades por onde passa o Caminho para com os peregrinos já é diferenciada, aliada à boa hospitalidade característica do mineiros, como o Caminho passa em longos trechos em Minas.
terça-feira, 1 de julho de 2008
O mapa do Caminho

Não havia feito antes, porque não tinha achado um mapa atualizado do Caminho. Mas, em todo caso, segue aqui um mapa antigo, até que eu encontre um novo disponível.
As diferenças? O ramo oeste não começa mais em Tambau, mas em São Carlos e segue por Descalvado, Porto Ferreira, Sta. Rita do Passa Quatro e, por fim, Tambau. Há um novo ramal, que começa em São João da Boa Vista e segue diretamente para Águas da Prata.
Logo, logo, eu atualizo o mapa.
As diferenças? O ramo oeste não começa mais em Tambau, mas em São Carlos e segue por Descalvado, Porto Ferreira, Sta. Rita do Passa Quatro e, por fim, Tambau. Há um novo ramal, que começa em São João da Boa Vista e segue diretamente para Águas da Prata.
Logo, logo, eu atualizo o mapa.
O Caminho da Fé
Ao consultar o site do Caminho da Fé e o Guia Caminho da Fé para Ciclistas e Caminhantes (do Antônio Olinto) , dá para resumir a história de sua fundação:
O Caminho da Fé é uma rota de peregrinação fundada em 11/02/2003, em Águas da Prata/SP, pelo esforço de três pessoas: Almiro José Grings, peregrino do Caminho de Santiago em 1999 e 2003, que formentou a idéia da implantação de uma rota de peregrinação semelhante no Brasil; e o casal amigo Clóvis e Iracema, que também se entregaram à fundação, incentivados pela força de vontade do amigo Almiro.
O esforço dos três foi concentrado na vinculação do estabelecimento da rota como forma incentivar a adesão das comunidades moradoras (prefeituras, comunidades católicas, hotéis, fazendas etc) e de aquecer o turismo rural por onde o Caminho passa. Hoje, o Caminho, que originalmente começava em Águas da Prata, estendeu-se a outras cidades, além do sugimento de novas rotas, como já acontece com o Caminho de Santiago.
Desde sua inauguração, estima-se que cerca de 3000 pessoas percorram o Caminho anualmente, que pode ser percorrido a pé, a cavalo ou de bicicleta. Nem todos seguem pelo Caminho com intuito religioso, pois, além daqueles que buscam graças ou pagam promessas feitas, há também os que usam o Caminho para se divertir ou realizar um passeio. Atualmente, o Caminho da Fé é visto como uma ótima forma de se iniciar a prática do cicloturismo, embora não seja um circuito cicloturístico fundado para este fim (o que já existe no Brasil: o Circuito Vale Europeu, no interior de Santa Catarina. Para saber mais, veja em http://www.circuitovaleeuropeu.com.br.).
O peregrino deve retirar, em um dos estabelecimentos filiados, a credencial do Peregrino, que é carimbada em todos os lugares que recebem os viajantes (pousadas, igrejas, postos de atendimento etc). A credencial custa R$ 5,00.
A partida de nossa turma será em Franca, o que aumentará a distância percorrida em comparação com o percurso realizado no ano passado.
O Caminho da Fé é uma rota de peregrinação fundada em 11/02/2003, em Águas da Prata/SP, pelo esforço de três pessoas: Almiro José Grings, peregrino do Caminho de Santiago em 1999 e 2003, que formentou a idéia da implantação de uma rota de peregrinação semelhante no Brasil; e o casal amigo Clóvis e Iracema, que também se entregaram à fundação, incentivados pela força de vontade do amigo Almiro.
O esforço dos três foi concentrado na vinculação do estabelecimento da rota como forma incentivar a adesão das comunidades moradoras (prefeituras, comunidades católicas, hotéis, fazendas etc) e de aquecer o turismo rural por onde o Caminho passa. Hoje, o Caminho, que originalmente começava em Águas da Prata, estendeu-se a outras cidades, além do sugimento de novas rotas, como já acontece com o Caminho de Santiago.
Desde sua inauguração, estima-se que cerca de 3000 pessoas percorram o Caminho anualmente, que pode ser percorrido a pé, a cavalo ou de bicicleta. Nem todos seguem pelo Caminho com intuito religioso, pois, além daqueles que buscam graças ou pagam promessas feitas, há também os que usam o Caminho para se divertir ou realizar um passeio. Atualmente, o Caminho da Fé é visto como uma ótima forma de se iniciar a prática do cicloturismo, embora não seja um circuito cicloturístico fundado para este fim (o que já existe no Brasil: o Circuito Vale Europeu, no interior de Santa Catarina. Para saber mais, veja em http://www.circuitovaleeuropeu.com.br.).
O peregrino deve retirar, em um dos estabelecimentos filiados, a credencial do Peregrino, que é carimbada em todos os lugares que recebem os viajantes (pousadas, igrejas, postos de atendimento etc). A credencial custa R$ 5,00.
A partida de nossa turma será em Franca, o que aumentará a distância percorrida em comparação com o percurso realizado no ano passado.
Contagem regressiva!
Começa a contagem regressiva para a peregrinação ao Caminho da Fé neste ano. A intenção era ter começado a enviar posts diários até a data da partida (dia 23/07, uma quarta-feira), mas somente terminei de realizar a faxina do blog ontem. Hoje, começo a enviar posts diários sobre a preparação e sobre outras curiosidades.
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